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Exames

T3 LIVRE
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), opaciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
T3 Livre
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°:7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Eutiroidianos:
1,5 – 5,0 pg/mL
Gestantes:
Primeiro trimestre: 2,1 – 4,7 pg/mL
Terceiro trimestre 1,7 – 4,6 pg/mL
Interpretação:
A triiodotironina (T3) é produzida tanto na tiróide como nos tecidos periféricos por desiodação de tiroxina (T4), sendo transportada, no soro, pela globulina ligadora de tiroxina (TBG), pela albumina e pela pré-albumina. Comparativamente à T4 (T4), a T3 tem maior atividade metabólica, meia-vida mais curta e menor afinidade pela TBG. Em torno de 0,5% da T3 circula na forma livre, não ligada às proteínas, sendo considerada como a fração biologicamente ativa. Em geral, as dosagens de T3 total e T3 livre apresentam boa correlação, só divergindo quando existem alterações significativas das proteínas carregadoras (gravidez, uso de anticoncepcionais e estrógenos e diminuição de TBG). Nessas circunstâncias, a fração livre retrata mais fielmente a condição tiroidiana.
Indicada no diagnóstico e no seguimento de indivíduos com hipertiroidismo. Convém lembrar que o uso de drogas antitiroidianas, de bloqueadores de conversão periférica de T4 e de hormônios tiroidianos e presença no soro de anticorpos anti-T3 ou anti-IgG de camundongo podem alterar significativamente os níveis dessa fração.
Aumentado em:
•Hipertireoidismo
•Tireotoxicose por T3
•Síndrome de resistência periférica
Diminuída em:
•Hipotireoidismo
Setor:
Endócrino
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T3 TOTAL
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), opaciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
T3 total
T3T
Triiodotironina

Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a-20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Cordão Umbilical: 15,0 a 75,0 ng/dL
1 a 30 dias : 32,0 a 216,0 ng/dL
31 dias a 5 anos: 80,0 a 270,0 ng/dL
6 a 10 anos : 90,0 a 249,0 ng/dL
>10 anos a adulto:75,0 a 220,0 ng/dL
Interpretação:
A concentração de triiodotironina (T3) é produzida primariamente pela deiodinação da tiroxina (T4).O T3 também circula ligada a proteínas carregadoras, como a globulina ligadora de tiroxina (TBG) e a albumina. Apenas um terço de T3 total é produzido pela tiróide; os dois terços restantes provêm da conversão de T4 em T3 nos tecidos periféricos.
Esta dosagem é útil no diagnóstico de hipertiroidismo, mas o resultado do teste pode estar normal em 30% dos hipotiroidianos. Assim como a T4, a T3 pode estar alterada pelas variações da TBG, encontra-se também diminuídas em situações como doenças graves em geral, pós-operatório e durante o uso de propranolol, amiodarona e corticóides e também em pessoas muito idosas.
Causas em que se enconta elevado:
•Estrógenos, Anticoncepcionais orais, Metadone, Clofibrate, Anfetaminas, Doenças hepáticas, Porfiria aguda intermitente.
•Hipertireoidismo
•Tireotoxicose por T3
Causas que se encontra diminuído:
•Andrógeno, Acromegalia, Síndrome Nefrótica, Hipoproteinemia, Difenilhidantoína, Salicilatos (nível sérico > 15,0 mg/dl), Carbamazepina, Fenobarbital, PTU, Propanolol, Ácido iapanóico, Glicocorticóides, Amiodarona, Doenças Consuptivas graves ou crônicas.
•Hipotireoidismo
Setor:
Endócrino
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T4 LIVRE
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), opaciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
T4 Livre
T4L
Tiroxina Livre
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerada entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelada a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Eutiroidianos:
0,8 a 2,0 ng/dL
Gestantes:
Primeiro trimestre:0,9 – 2,2 ng/dL
Terceiro trimestre:0,7 – 2,1 ng/dL
Interpretação:
Na circulação 99,95% da T4 está reversivelmente ligada a proteínas de transporte, sobretudo à globulina de ligação à tiroxina (TBG) e, em menor grau, à albumina e à pré-albumina(TBPA).O restante da T4 não está ligada a proteínas de transporte, estando livre na circulação.Esta fração não ligada ou T4 Livre é metabolicamente ativa.
Os níveis de T4 Livre estão correlacionados com a secreção e o metabolismo do T4 Total.No hipotireoidismo e no hipertireoidismo, os níveis de T4 Livre são paralelos as alterações nos níveis do T4 total.A avaliação do T4 Livre é útil quando ocorrem níveis alterados de T4 Total devido as alterações nas proteínas de ligação ,sobretudo na TBG.
Os níveis de TBG mantêm-se relativamente constantes em individuos saudáveis mas em determinadas condições, tais como a gravidez e terapia com corticóides, podem alterar estes níveis.Nestas condições, os níveis de T4 Livre permanecem inalterados, enquanto os níveis de T4 Total são paralelos as alterações da TBG.
Flutuações de T4 livre pode ocorrer em pacientes eutireoidiano durante doenças não tireoidiana aguda ou crônica.
Aumentado em:
•Hipertireoidismo
•Pacientes ocasionais com mola hidatiforme ou coriocarcinoma com elevações acentuadas de gonadotrofina coriônica humana.
•Desidratação grave.
Diminuída em:
•Hipotireoidismo
Setor:
Endócino
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T4 TOTAL
Material de Coleta:
Soro- 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), opaciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
T4 Total
T4T
Tiroxina Total
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelada a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Cordão Umbilical: 7,4 a 13,0 µg/dL
1 a 3 dias: 11,8 a 22,6 µg/dL
1 a 2 semanas:9,8 a 16,6 µg/dL
2 a 4 semanas:7,0 a 15,0 µg/dL
1 a 4 meses :7,2 a 14,4 µg/dL
5 a 12 meses :7,8 a 16,5 µg/dL
1 a 5 anos :7,3 a 15,0 µg/dL
6 a 10 anos :6,4 a 13,3 µg/dL
11 a 15 anos :5,6 a 11,7 µg/dL
Adulto :4,3 a 12,5 µg/dL
Gestante:
Primeiro trimestre: 8,6 a 15,4 µg/dL
Segundo trimestre: 9,6 a 15,6 µg/dL
Terceiro trimestre: 10,2 a 16,9 µg/dL
Interpretação:
A tiroxina (T4) é produzida pela tiróide e circula ligada a proteínas, como a globulina ligadora de tiroxina (TBG), a pré-albumina ligadora de tiroxina (TBPA) e a albumina, ficando apenas uma quantidade mínima como hormônio livre. Em geral, está elevada no hipertiroidismo e diminuída no hipotiroidismo. Além disso, pode aumentar nos portadores de TBG elevada (durante o uso de estrógenos e na gravidez, por exemplo) e cair nos casos de TBG baixa. É possível ainda que seus níveis se elevem nos indivíduos que fazem uso de amiodarona e propanolol, nos portadores de hipertiroxinemia familiar, por presença de albumina anômala, e diante de anticorpos anti-T4. Por outro lado, a concentração de T4 pode estar reduzida em pessoas com doenças sistêmicas graves.
T4 total sérico elevado:
•Hipertireoidismo,
•Gestação,
•Drogas:estrogênios,anticoncepcionais orais, d-tiroxina, amiodarona, heroína, metadona, anfetaminas,algumas substâncias para exames radiológicos (ipodato, ácido iapanóico).
•Aumento da globulina ligadora da tiroxina (TBG).
•Hipertiroxinemia disalbuminêmica familiar – a albumina se liga ao T4, mas não ao T3 de maneira mais ávida do que o normal, causando alterações semelhantes as da tireotoxicose mas o paciente não está clinicamente tireotóxico.
T4 total sérico diminuído:
•Hipotireoidismo
•Hipoproteinemia (nefrose,cirrose)
•Determinadas drogas: Fenitoína,triiodotironina,testosterona,ACTH e corticosteróide.
•TBG diminuída.
Setor:
Endócrino
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TEMPO DE PROTROMBINA
Material de Coleta:
Adulto: 1 tubo contendo 3,15 mL de sangue colhido com 0,35 mL de citrato de sódio 3,2% tamponado .
Criança: 1 tubo contendo 1,4 mL de sangue colhido com 0,14 mL de citrato de sódio 3,2% tamponado.
*Separar o plasma imediatamente após a coleta.
Preparo do paciente:
O paciente deve informar todos os medicamentos tomados nos últimos sete dias, especialmente anticoagulantes orais (Coumadin, Dindevan, Eumidine, Marcoumar, Marevan, Neo-Sintron, Pindione, Previscan, Sintron, Tromexan)®, heparina, antibióticos, antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico (Aspirina®, AAS®, Melhoral®, Bufferin®, etc.).
Usuários de anticoagulante oral devem procurar tomar o medicamento sempre no mesmo horário, fazendo o exame aproximadamente no horário das coletas anteriores.
Descrição do Exame:
Protrombina,
Tempo de atividade da protrombina,
Tempo de protrombina,

Método:
Coagulométrico.
Consevação:
Temperatura ambiente: não aceitável
Refrigerado (2-8 °C): 4 horas em tubo primário ou plasma
Congelado (-20 °C): 2 semanas (plasma)
Congelado (-70 °C): 6 meses (plasma)
Interferentes:
Hemólise.
Plasma rico em plaquetas.
Valor de Referência:
AP (atividade de Protrombina) = maior ou igual a 70% Condições normais:
INR até 1,30 Prevençaõ de Trombose Venosa
INR 2,0 a 3,0 Prevenção de Trombose Recurrente
INR 2,0 a 4,0 Prevenção de Tromboembolismo
Interpretação:
O teste avalia o sistema extrínseco da coagulação, e a reduções dos fatores VII, X,V, II (protrombina) e I (fibrinogênio), é usado na avaliação de alterações congênitas e adquiridas destes fatores e na monitorização da anticoagulação oral.
Setor:
Hematologia
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TEMPO DE TROMBOPLASTINA
Material de Coleta:
Adulto: 1 tubo contendo 3,15 mL de sangue colhido com 0,35 mL de citrato de sódio 3,2% tamponado .
Criança: 1 tubo contendo 1,4 mL de sangue colhido com 0,14 mL de citrato de sódio 3,2% tamponado.

*Separar o plasma imediatamente após a coleta.
Preparo do paciente:
Para usuários de heparina
Pacientes que usam heparina em injeções intermitentes devem colher o exame uma hora antes da próxima dose. Caso a heparina já tenha sido aplicada, a coleta deve ser feita três horas após a aplicação. Esta orientação não vale para usuários de heparina em infusão contínua.
Descrição do Exame:
Tempo de tromboplastina parcial ativado.
TTPA
Método:
Coagulométrico.
Consevação:
Temperatura ambiente: não aceitável
Refrigerado (2-8 °C): 4 horas em tubo primário ou plasma
Congelado (-20 °C): 2 semanas (plasma)
Congelado (-70 °C): 6 meses (plasma)
Interferentes:
Plasma rico em plaquetas.
Amostras conservadas em TA.
Valor de Referência:
Até 40 segundos.
Relação Plasma paciente/Plasma controle até 1,26
Interpretação:
Útil na avaliação de todos os fatores da coagulação, exceto o FVII e o FXIII, sendo, portanto, sensível a reduções dos fatores XII, XI, IX, VIII, X,V, II (protrombina) e I (fibrinogênio).
Útil na detecção de deficiências congênitas e adquiridas dos fatores da via intrínseca da coagulação, na monitoração da heparina não-fracionada e na triagem de anticoagulante lúpico, além de ser usado como teste de triagem pré-operatória.
Está prolongado nas seguintes condições:
Na deficiências de um ou mais fatores da via intrínseca da coagulação: XII, XI, IX,VIII, X,V, II (protrombina) e I (fibrinogênio).
Na terapêutica com heparina não-fracionada.
Na presença de inibidores inespecíficos (anticoagulante lúpico).
Na presença de inibidores específicos de fator (anti-FVIII);
Doenças hepáticas.
Desordens do metabolismo da vitamina K (deficiência de síntese ou de absorção).
Na presença de produtos de degradação da fibrina (PDF).
Na coagulação intravascular disseminada (CIVD).
Na disfibrinogenemia, na afibrinogenemia e na hipofibrinogenemia (fibrinogênio menor que 100mg/dL).
Setor:
Hematologia
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TESTE DE FALCIZAÇÃO DAS HEMÁCIAS
Material de Coleta:
1,0 mL de Sangue total (EDTA)
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
HEMÁCIAS FALCIFORME
FALCIZAÇÃO DAS HEMÁCIAS
HbS
Método:
Incubação com metabissulfito de sódio a 2%..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8ºC : 24 horas.
Interferentes:
Hemólise
Material coagulado
Valor de Referência:
Negativo
Interpretação:
O fenômeno da falcização (teste positivo) ocorre em portadores de HbS, com variação de tempo entre os diferentes tipos: HbSS (1 a 2 horas); HbSC e HbSD (6 a 12 horas); HbS/talassemis beta (12 a 24 horas); HbAS (12 a 24 horas). Entretanto essa relação falc
Setor:
Hematologia
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TESTOSTERONA LIVRE
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar a idade e data da última menstruação bem como o uso de medicamentos.
Descrição do Exame:
Testosterona Livre
Método:
O cálculo é baseado nos níveis de Testosterona Total e SHBG, segundo Vermeulen, A. et al., J. Clin. Endocrinol Metab 84: 3666-72, 1999..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C:7 dias.
Congelada a -20°C:30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Sexo masculino: 131 a 640 pmol/L

Sexo feminino : 2,4 a 37,0 pmol/L
Interpretação:
O nível de testosterona livre, em princípio, é um melhor marcador dos níveis androgênicos do que a testosterona total, uma vez que seu cálculo leva em consideração os níveis de Testostrona Total e SHBG (proteína transportadora de hormônios sexuais), é utilizado no diagnóstico e tratamento do hirsutismo devido ao hiperandrogenismo e na disfunção gonadal.
Níveis elevados:
•Gravidez
•Acne severa
•Alopecia androgênica masculina (calvice)
•Hirsutismo
•Tumor virilizante
•Hiperplasia adrenal congênita
Níveis reduzidos:
•Hipogonadismo primário e secundário
•Feminização testicular
•Terapia com estrogênio
Setor:
Endócrino.
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TESTOSTERONA TOTAL
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar a idade , data da última menstruação e uso de medicamentos.
Descrição do Exame:
Testosterona Total
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8 °C: 7 dias.
Congelado a -20°C;30 dias.
Interferentes:
Hemólise e lipemia intensa.
Valor de Referência:
Homem
Pré-púberes: Menor que 20,0 ng/dL.
Púberes....: 30,0 a 150,0 ng/dL.
Adultos....: 241,0 a 827,0 ng/dL
Mulher
Pré-púberes.....: Menor que 20,0 ng/dL.
Púberes e adulta: 14,0 a 76,0 ng/dL.
Pós menopausa...: 8,0 a 35,0 ng/dL.
Interpretação:
A testosterona consiste em um hormônio esteróide androgênico que, no homem, é secretado pelos testículos e, na mulher, pelas adrenais e ovários. No organismo masculino, esse androgênio é controlado principalmente pelo hormônio luteinizante.
É útil na avaliação do desenvolvimento da puberdade e para o diagnóstico do hipogonadismo. Nas mulheres, está indicada no estudo dos casos de virilização e hirsutismo.
Aumentados em:
•Tumor virilizante adrenal provocando puberdade precoce em meninos ou masculinização em mulheres.
•Hiperplasia adrenal congênita.
•Síndrome de Stein-Leventhal:variável; aumentado quando há presença de virilização.
•Hirsutismo idiopático.
•Tumores virilizantes adrenal e do ovário.
•Hipertecose de estroma ovariano.
•Drogas que alteram as globulinas de ligação a tiroxina podem afetar também as globulinas de ligação à testosterona;contudo, o nível de testosterona livre não será afetado.
Diminuída em (homens):
•Hipogonadismo primário (p. ex., orquiectomia)
•Hipoganodismo secundário (p. ex., hipopituitarismo).
•Feminização testicular.
•Terapia com estrógeno.
•Testosterona total diminuída por diminuição da globina que se liga ao hormônio sexual (p. ex., cirrose, doença renal crônica).
Setor:
Endócrino
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TGO
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Transaminse glutâmico oxalacética.
Aspartato aminotransferase
AST

Método:
Cinético UV..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC:3 dias.
Interferentes:
Stress muscular, álcool.amostras lipêmicas, hemolisdas e ictéricas.
Valor de Referência:
De 12,0 a 46,0 U/L.
Interpretação:
Diferentemente da transaminase glutâmico-pirúvica (TGP), a transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) não é exclusivamente utilizada para a avaliação da integridade dos hepatócitos. A determinação da atividade sérica dessa enzima pode ser útil em hepatopatias e miopatias. Na fase aguda da hepatite viral, valores de TGO superiores ao normal em cerca de 20 vezes ou mais são quase sempre encontrados. Seus níveis também se elevam na hepatite alcoólica e em necroses hepatocíticas tóxicas ou isquêmicas, e na mononucleose.
Nas miopatias, são também observados aumentos de TGO, da mesma forma que de outras enzimas, como a creatinofosfoquinase (CPK) e a DHL. A TGO ainda pode se elevar em infartos renais e pulmonares ou em grandes tumores, sendo acompanhada, em tais casos, de aumentos de DHL, no mixedema, nas anemias hemolíticas e em choque. Como a enzima está presente nos eritrócitos, a ocorrência de hemólise amplia sua atividade no soro.
Setor:
Bioquímica
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TGP
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Transaminase glutâmica pirúvica.
AST
Alanino Amino Transferase.
Método:
Cinético UV..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 3 dias.
Interferentes:
Stress muscular, álcool e amostras hemolisadas, lipêmicas e ictéricas.
Valor de Referência:
De 3,0 a 50,0 U/L.
Interpretação:
O teste tem utilidade na avaliação de hepatopatias, tendo sensibilidade para detectar lesão hepatocítica e sendo recomendado para o rastreamento de hepatites. Aumentos de transaminase glutâmico-pirúvica (TGP) podem ocasionalmente ser vistos em doenças extra-hepáticas, como miopatias. A presença de outras enzimas, como creatinofosfoquinase (CPK), desidrogenase láctica (DHL), aldolase e transaminase glutâmico-oxalacética (TGO), pode definir o estado de miopatia.
Valores elevados são encontrados no etilismo, hepatites virais, hepatites não alcoólicas, cirrose, colestase, hemocromatose, anemias hemolíticas, hipotireoidismo, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca,
doenças musculoesqueléticas, doença de Wilson e na deficiência de alfa-1-tripsina. Níveis de TGP são superiores a TGO nas hepatites e esteatoses não alcoólicas.
Setor:
Bioquímica
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TOXOPLASMOSE GONDII, ANTICORPOS IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-TOXOPLASMA IgG
SABIN FELDMAN, REACAO
TOXOPLASMOSE
Método:
Quimioluminescência.
ou
Imunofluorescência Indireta (IFI).
Consevação:
Refrigerada entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário intracelular, o Toxoplasma gondii. A infecção decorre da ingestão de carne crua ou malcozida, de verduras frescas ou de água contaminada com cistos. Na maioria dos casos, não há sintomas, mas pode haver um quadro clínico semelhante ao da mononucleose . Em gestantes, há o risco de infecção fetal, pois, na fase aguda, os parasitas permanecem três semanas em circulação, aproximadamente, o que facilita a transmissão transplacentária. O teste sorológico é útil para o diagnóstico da toxoplasmose ou, então, para saber se o indivíduo já teve a infecção provocada pelo toxoplasma no passado. Por outro lado, tem pouca utilidade no seguimento da terapêutica.
Quando a reação para IgG é negativa e o teste de IgM, positivo, o exame deve ser repetido dentro de sete dias para confirmar a soroconversão de IgG (infecção aguda). Se isso não ocorrer, é provável que o resultado anterior tenha sido falso-positivo. Se a reação for positiva para IgG e IgM, existe a possibilidade de se tratar de toxoplasmose aguda.
Atualmente, o maior problema na interpretação da sorologia da toxoplasmose é o aumento da sensibilidade, de uma forma geral, dos testes para a detecção de IgM. Assim, os anticorpos IgM, que antes eram encontrados por um período não maior que seis meses, traduzindo uma infecção aguda, hoje são detectados muitas vezes por mais de 8 a 12 meses após o começo da infecção, deixando de ser marcadores de toxoplasmose aguda. Para gestantes, essa persistência de IgM, mesmo em baixas concentrações, dificulta a interpretação do resultado, principalmente quando o obstetra tenta correlacioná-lo com o provável período do início da doença.
Na tentativa de orientar o clínico quanto ao provável período da infecção, o Laboratório Behring realiza um exame complementar, o teste de avidez de IgG, que quantifica a porcentagem de avidez dos anticorpos IgG específicos contra o toxoplasma. Na fase aguda, definida como um período de 1 a 3 meses após o início da infecção, são detectados geralmente anticorpos de baixa avidez, traduzidos por percentuais sempre menores que 30%. Após três meses do início da infecção os níveis de avidez ficam geralmente acima de 60%. No entanto, porcentagens de avidez maiores que 30% e menores que 60%, não há elementos para concluir se a toxoplasmose ocorreu há menos ou há mais de três meses. Convém ponderar que o teste de avidez mede um fenômeno biológico e que, por essa razão, seus resultados devem ser sempre valorizados com cautela.
Nos casos de forte suspeita de infecção intra-uterina, o exame confirmatório é feito pela pesquisa do toxoplasma no líquido amniótico, pela técnica de PCR.
Em imunossuprimidos, tais como portadores de AIDS, transplantados e pessoas em quimioterapia, ou em indivíduos que tiveram uma reativação de lesões oculares causadas pelo toxoplasma, as reações sorológicas para toxoplasmose não fornecem nenhum subsídio diagnóstico.
Setor:
Imunologia
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TOXOPLASMOSE GONDII,ANTICORPOS IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-TOXOPLASMA
SABIN FELDMAN, REACAO
TOXOPLASMOSE
TOXOPLASMOSE COM TITULACAO

Método:
Quimioluminescência ou
Imunofluorescência Indireta (IFI).
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário intracelular, o Toxoplasma gondii. A infecção decorre da ingestão de carne crua ou malcozida, de verduras frescas ou de água contaminada com cistos. Na maioria dos casos, não há sintomas, mas pode haver um quadro clínico semelhante ao da mononucleose . Em gestantes, há o risco de infecção fetal, pois, na fase aguda, os parasitas permanecem três semanas em circulação, aproximadamente, o que facilita a transmissão transplacentária. O teste sorológico é útil para o diagnóstico da toxoplasmose ou, então, para saber se o indivíduo já teve a infecção provocada pelo toxoplasma no passado. Por outro lado, tem pouca utilidade no seguimento da terapêutica.
Quando a reação para IgG é negativa e o teste de IgM, positivo, o exame deve ser repetido dentro de sete dias para confirmar a soroconversão de IgG (infecção aguda). Se isso não ocorrer, é provável que o resultado anterior tenha sido falso-positivo. Se a reação for positiva para IgG e IgM, existe a possibilidade de se tratar de toxoplasmose aguda.
Atualmente, o maior problema na interpretação da sorologia da toxoplasmose é o aumento da sensibilidade, de uma forma geral, dos testes para a detecção de IgM. Assim, os anticorpos IgM, que antes eram encontrados por um período não maior que seis meses, traduzindo uma infecção aguda, hoje são detectados muitas vezes por mais de 8 a 12 meses após o começo da infecção, deixando de ser marcadores de toxoplasmose aguda. Para gestantes, essa persistência de IgM, mesmo em baixas concentrações, dificulta a interpretação do resultado, principalmente quando o obstetra tenta correlacioná-lo com o provável período do início da doença.
Na tentativa de orientar o clínico quanto ao provável período da infecção, o Laboratório Behring realiza um exame complementar, o teste de avidez de IgG, que quantifica a porcentagem de avidez dos anticorpos IgG específicos contra o toxoplasma. Na fase aguda, definida como um período de 1 a 3 meses após o início da infecção, são detectados geralmente anticorpos de baixa avidez, traduzidos por percentuais sempre menores que 30%. Após três meses do início da infecção os níveis de avidez ficam geralmente acima de 60%. No entanto, porcentagens de avidez maiores que 30% e menores que 60%, não há elementos para concluir se a toxoplasmose ocorreu há menos ou há mais de três meses. Convém ponderar que o teste de avidez mede um fenômeno biológico e que, por essa razão, seus resultados devem ser sempre valorizados com cautela.
Nos casos de forte suspeita de infecção intra-uterina, o exame confirmatório é feito pela pesquisa do toxoplasma no líquido amniótico, pela técnica de PCR.
Em imunossuprimidos, tais como portadores de AIDS, transplantados e pessoas em quimioterapia, ou em indivíduos que tiveram uma reativação de lesões oculares causadas pelo toxoplasma, as reações sorológicas para toxoplasmose não fornecem nenhum subsídio diagnóstico.
Setor:
Imunologia
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TOXOPLASMOSE, AVIDEZ IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
AFINIDADE DE IGG PARA TOXOPLASMOSE
AVIDEZ DE IGG P/ TOXOPLASMOSE
AVIDEZ DE IGG PARA TOXOPLASMOSE
ESTABELECER PERIODO PROVAVEL DE INFECCAO
TESTE DE AVIDEZ IGG P/TOXOPLASMOSE
TOXOPLASMOSE, AVIDEZ DE IGG P/ TOXOPLASMOSE
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Fraca avidez: Índice menor que 0,200
Inconclusivo: Índice entre 0,200 e 0,300
Forte avidez: Índice maior que 0,300
Interpretação:
É útil para confirmar se a toxoplasmose é aguda ou não, quando a reação para IgM se mostra positiva. Como algumas das metodologias utilizadas para a pesquisa de IgM apresentam grande sensibilidade, concentrações muito pequenas de anticorpos dessa classe podem ser detectadas por períodos tão longos como 8, 12, 16 meses ou até por mais tempo, após o início de uma infecção aguda.
A determinação da porcentagem de avidez de IgG deve ser sugerida quando os índices de IgM obtidos pelas técnicas imunoenzimáticas ou de quimioluminescência forem positivas.
Um índice de avidez de IgG menor que 0,200 sugere que a infecção seja aguda ou recente e que tenha ocorrido nos últimos três meses. Já um resultado com um índece maior que 0,300 é considerado uma forte avidez, em tal situação, os anticorpos IgM presentes são considerados como residuais, não existindo risco para o feto, em caso de gestantes. Por outro lado,índece entre 0,200 e 0,300 não permitem definir o provável período de ocorrência da toxoplasmose.
O teste da avidez de IgG só deve ser solicitado diante de reação positiva para IgM, pois uma sorologia para toxoplasmose com reação negativa para IgM e IgG reagente,define que a infecção é pregressa.
Setor:
Imunologia
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TPO, ANTI TIREOPEROXIDASE
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), o paciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
Anticorpo anti-tireoidiano, Anti-TPO
Anticorpo anti-tireoide, Anti-TPO
Anti-peroxidase
Tireoperoxidase
Anti microssomal
Anticorpo anti-microssomal
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerada entre 2 a 8 °C: 7 dias.
Congelada a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa..
Valor de Referência:
Menor que 10,0 U/mL
Interpretação:
A peroxidase tireoidiana (TPO) é uma proteína glicosilada ligada à membrana que contém um grupo heme e é encontrada na membrana apical das células foliculares da tireóide. A TPO, componente principal do antígeno microssomal da tireóide, catalisa a iodação dos grupos tirosil da tiroglobulina resultando na síntese dos hormônios tireoidianos, T3 e T4. A doença tireoidiana auto-imune é caracterizada pela presença de auto-anticorpos contra TPO.
É útil no diagnóstico das tiroidites auto-imunes, em especial a de Hashimoto. Com a descoberta de que o antígeno microssomal é a peroxidase tiroidiana, ensaios competitivos específicos, foram desenvolvidos com peroxidase recombinante ou natural, extraída de tiróide humana.
Os níveis de anticorpos anti-TPO são elevados em mais de 90% dos pacientes com tireoidite auto-imune ativa. Os anticorpos anti-TPO ativam o complemento e acredita-se que estejam significativamente envolvidos na disfunção da tireóide e na patogênese do hipotireoidismo. Em pacientes com doença tireoidiana auto-imune, os anticorpos anti-TPO estão presentes em quase todos os pacientes com tireoidite de Hashimoto e em mais de 70% dos pacientes com doença de Graves. Os anticorpos anti-TPO estão também presentes em pacientes com tireoidite atópica e mixedema primário. Níveis baixos de anticorpos anti-TPO podem ser detectados em indivíduos saudáveis com função tireoidiana normal. A importância clínica desse fato ainda não foi determinada.
Os níveis dos anticorpos anti-TPO aumentam em mulheres com tireoidite pós-parto. Essa condição ocorre em 5% a 9% das mulheres no pós-parto. O diagnóstico da tireoidite pós-parto se baseia na observação da função tireoidiana anormal em uma paciente no pós-parto com um nível positivo de anticorpo anti-TPO. Embora a tireoidite pós-parto esteja associada aos anticorpos anti-TPO, 50% das mulheres com resultados positivos para anti-TPO não desenvolvem disfunção da tireóide.
Setor:
Endócrino
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TRANSFERRINA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
Transferrina.
TRF
Método:
Goodwin mod..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise.
Valor de Referência:
De 250,0 a 400,0 ug/dL.
Interpretação:
É a principal proteína de transporte do ferro, sendo sintetizada no fígado e migrando para região beta na eletroforese. Útil para o diagnóstico e manejo de anemias. Atualmente, imunoensaios podem determinar diretamente a transferrina, havendo boa correlação entre os níveis de transferrina e a capacidade total de combinação do ferro. A transferrina apresenta um polimorfismo genético
importante. Sua síntese é inversamente proporcional à quantidade de ferro sérico. Valores elevados são encontrados nas anemias ferroprivas, hemorragias agudas, no uso de estrógeno e gravidez (elevação de 30 a 50%). Deve-se lembrar que a transferrina é uma beta1-globulina, sendo um marcador negativo de fase aguda, reduzindo em processos inflamatórios e infecciosos agudos. Hipoproteinemia
também pode causar níveis baixos de transferrina.
Setor:
Bioquímica
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TREPONEMA PALLIDUM, Anticorpos totais
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
FTA ABS, HEMAGLUTINACAO, ELISA
LUES, SOROLOGIA
REAÇÃO SOROLÓGICA PARA LUES
SÍFILIS, SOROLOGIA
TREPONEMA PALIDUM
TREPONEMA, ANTICORPOS ANTI
Método:
Hemaglutinação
FTA-ABS
ELISA.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado -20°C:30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
Teste amplamente utilizado para triagem e diagnóstico clínico da Sífilis.
Setor:
Imunologia
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TRIGLICÉRIDES
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 12 a 14 horas.
1 até 5 anos de idade, jejum mínimo de 6 horas
Até 1 ano de idade, jejum mínimo de 3 horas
Deve-se evitar ingestão de álcool 72 horas e atividade física vigorosa 24 horas que antecedem a coleta de sangue.
Descrição do Exame:
Método:
Enzimático..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 3 dias.
Interferentes:
Uso de anticoagulante.
Hemólise acentuada.
Valor de Referência:
Inferior a 150,0 mg/dL
Interpretação:
Os triglicérides são formados pela esterificação do glicerol com três ácidos graxos, constituindo-se em uma das gorduras de interesse na avaliação do metabolismo lipídico.
Considerando que há grande variação biológica, de cerca de 20%, é importante que o raciocínio clínico não se baseie em dosagens isoladas. Mudanças na dieta e na atividade física e o uso de bebidas alcoólicas são as causas mais freqüentes de grandes variações nos níveis de triglicérides.
Níveis elevados são encontrados na síndrome nefrótica,
na ingestão elevada de álccol, induzido por drogas (estrogênios, contraceptivos orais, prednisona, etc) no hipotireoidismo, diabetes e gravidez.
Os níveis baixos estão relacionados a má absorção, má nutrição e hipertireoidismo.
Setor:
Bioquímica
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TSH
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Preparo do paciente:
Jejum 4 horas.
Anotar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona.
Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), opaciente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.
Descrição do Exame:
TSH
Homônio Tireoestimulante
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C:7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Cordão umbilical :até 20,0 µIU/mL
1 a 7 dias : 0,30 a 13,3µIU/mL
2 a 4 dias : 0,60 a 10,0µIU/mL
5 semanas a 20 anos : 0,25 a 6,5µIU/mL
Adultos: 21 a 54 anos: 0,3 a 5,0µIU/mL
Interpretação:
A quantificação dos níveis circulantes do TSH é importante na avaliação da função da tireóide. Ela é especialmente útil no diagnóstico diferencial entre o hipotireoidismo primário (tireóide), secundário (pituitária) e terciário (hipotálamo). No hipotireoidismo primário, os níveis do TSH são significativamente elevados, enquanto que no hipotireoidismo secundário e terciário, os níveis do TSH são baixos.
A estimulação com o TRH diferencia o hipotireoidismo secundário do terciário pela observação das alterações dos níveis do TSH do paciente. Uma característica comumente observada é a ausência de resposta do TSH ao estímulo pelo TRH nos casos de hipotireoidismo secundário, enquanto a resposta varia de normal a alta nos casos de hipotireoidismo terciário.
Historicamente, a estimulação do TRH tem sido utilizada para confirmar o hipertireoidismo primário, caracterizado pela elevação dos níveis de T3 e de T4 e níveis baixos ou não detectáveis do TSH. Os testes para o TSH com sensibilidade e especificidade ampliada fornecem uma ferramenta importante para o diagnóstico diferencial entre pacientes com hipertireoidismo e os eutireoideos.
Níveis elevados de TSH:
•Hipotireoidismo primário não tratado,
•Hipertireoidismo de origem do sistema nervoso central, onde o T4 livre também é alto.
•Tireoidite de Hashimoto,incluindo aquela com hipotireoidismo clínico e aproximadamente um terço dos pacientes que é clinicamente eutireóideos.
•Diversas drogas:ex.,abuso de anfetamina,drogas contendo iodo:ácido iapanóico,ipodato e amiodarona.
•Antagonista da dopamina (ex.,cetoclopramida,domperidona,clorpromazina e haloperidol).
•Anticorpos anti TSH
Níveis reduzidos de TSH:
•Hipertireoidismo primário,
•Hipertireoidismo devido a Bócio multinodular tóxico, adenoma tireoidiano de funcionamento autônomo.
Tireoidite,
•Doença psiquiátrica aguda,
•Primeiro trimestre de gestação.
Setor:
Endócrino
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Av. Nove de Julho, 1451
Tel.: (16) 3515-4500 | WhatsApp.: (16) 9 9159.7247
2ª a 6ª, das 6h às 18h30 | Sábado, das 6h às 13h
Av. Nove de Julho, 1410 (Behring/Núcleus)
Tel.: (16) 3516-0100
2ª a 6ª, das 7h às 19h | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping - sala​s​ 24 e 25
Tel.: (16) 3515​-4550
2ª a 6ª, das 7h às 20h | Sábado, das 7h às 16h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP