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Exames

IgA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo entre mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
Imunoglobulina IgA
Método:
Turbidimetria.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 7 dias.
Interferentes:
Lipemia e hemólise.
Valor de Referência:
0 a 4 meses 7 a 64
5 a 8 meses 10 a 87
9 a 14 meses 17 a 94
15 a 23 meses 22 a 178
2 a 3 anos e 11 meses 24 a 192
4 a 6 anos e 11 meses 26 a 232
7 a 9 anos e 11 meses 33 a 258
10 a 12 anos e 11 meses 45 a 285
13 a 15 anos e 11 meses 47 a 317
16 a 17 anos e 11 meses 55 a 377
>= a 18 anos 50 a 400
Interpretação:
A imunoglobulina A (IgA) é uma molécula produzida por linfócitos B, cuja função é compor a defesa imunológica do organismo. Sua produção é estimulada por antígenos polissacárides (ex. cápsula bacteriana) que sensibilizam os linfócitos B.
É útil na avaliação da imunidade humoral, isto é, no diagnóstico de deficiências congênitas, transitórias ou adquiridas de IgA. Níveis elevados dessa imunoglobulina podem ser encontrados em portadores de mieloma de IgA. Convém lembrar que a deficiência congênita de IgA é a mais comum entre todas as imunodeficiências humorais.
Setor:
Bioquímica
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IgE TOTAL
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum 4 horas.
Anotar a idade.
Descrição do Exame:
IgE Total
IgE
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
0 – 1 ano: até 15,0 UI/ml
1 – 2 anos: 1,0 a 19,0 UI/ml
2 – 3 anos até 32,0 UI/ml
4 – 9 anos: até 101,0 UI/ml
Acima de 15 anos: 1,0 -183,0 UI/ml
Interpretação:
Devido ao IgE ser um mediador da resposta alérgica, a quantificação do IgE no soro, quando integrada com outros indicadores clínicos, pode providenciar informações úteis para o diagnóstico clínico diferencial da doença atópica da não atópica. Pacientes portadores de doenças atópicas, incluindo asma alérgica, rinite alérgica, e dermatite atópica geralmente apresentam níveis moderadamente elevados de IgE no soro. Entretanto, um nível de IgE no soro que está dentro dos limites normais dos valores esperados não exclui um grupo limitado de alergias dependentes de IgE.
A quantificação de IgE sérico total pode ser útil no auxílio à diferenciação entre indivíduos atópicos e não atópicos e para prognosticar a probabilidade do desenvolvimento de desordens alérgicas. Níveis elevados de IgE no soro de recém-nascidos e crianças abaixo de dois anos de idade são associados com o desenvolvimento de uma desordem alérgica atópica significante em termos clínicos. Não há, no entanto, uma correlação entre a severidade da reação alérgica e a concentração de anticorpos IgE no soro.
•O nível de IgE para a maioria dos indivíduos com doenças mediadas pelo IgE, pode se esperar que o mesmo seja elevado quando comparado à faixa de referência para adultos saudáveis. No entanto, nem todos os pacientes alérgicos exibem elevados níveis sérico de IgE total.
•Desde que nem todas as reações atópicas são mediadas por IgE, o resultado de IgE total da faixa de referência deve sempre ser interpretados sob a luz de outras observações clínicas.
•Um resultado elevado de IgE total requer esclarecimento através de testes para IgE alérgenos-específicos.
•Níveis de IgE total no soro podem também se apresentar elevados na presença de algumas condições clínicas não relacionadas com alergias. Tais condições clínicas incluem infecções parasitológicas, estados de deficiência imunológica, doenças autoimune, doença de Hodgkin, Aspergilose bronquiopulmonar, Mieloma por IgE, e Síndrome de Sezary.
Setor:
Endócrino
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IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Descrição do Exame:
Imunoglobulina IgG.
Método:
Turbidimetria.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 7 dias.
Interferentes:
Lipemia e hemólise
Valor de Referência:
mg/dL
0 a 4 meses 141 a 930
5 a 8 meses 250 a 1190
9 a 11 meses 320 a 1250
1 a 3 anos e 11 meses 400 a 1250
4 a 6 anos e 11 meses 560 a 1307
7 a 9 anos e 11 meses 598 a 1379
10 a 12 anos e 11 meses 638 a 1453
13 a 15 anos e 11 meses 680 a 1531
16 a 17 anos e 11 meses 724 a 1611
>= a 18 anos 600 a 1500
Interpretação:
A imunoglobulina G é a mais abundante no soro e a principal com atividade de anticorpo contra vírus, algumas bactérias e toxinas.
É útil na avaliação da imunidade humoral, isto é, no diagnóstico de imunodeficiências congênitas, transitórias ou adquiridas. Níveis elevados de imunoglobulina G (IgG) podem ser encontrados em portadores de mieloma múltiplo e em processos inflamatórios ou infecciosos crônicos.
Setor:
Bioquímica
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IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Descrição do Exame:
Imunoglobulina IgM
Método:
Turbidimetria..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 7 dias.
Interferentes:
Lipemia e hemólise.
Valor de Referência:
mg/dL
0 a 4 meses 14 a 142
5 a 8 meses 24 a 167
9 a 23 meses 35 a 242
2 a 3 anos e 11 meses 41 a 242
4 a 17 anos e 11 meses 56 a 242
>= a 18 anos 50 a 300
Interpretação:
A IgM (imunoglobulina M) é o anticorpo que é produzido face à primeira exposição a um antígeno.
É útil na avaliação da imunidade humoral, isto é, no diagnóstico de deficiências congênitas, transitórias ou adquiridas.
Níveis elevados de imunoglobulina M (IgM) podem ser encontrados em portadores de macroglobulinemia de Waldenströn e de linfoma da zona marginal como também em formas raras de mieloma múltiplo.
Setor:
Bioquímica
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ÍNDICE DE SATURAÇÃO DA TRANSFERRINA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
IST
Saturação da Transferrina
Capacidade total de ligação do ferro
Ferro,Capacidade total de ligação
Método:
Colorimétrico.

Determinação do ferro e da capacidade de fixação do ferro não saturado por método colorimétrico..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC : 7 dias
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Grau de saturação: 20,0 a 55,0%.
Interpretação:
A transferrina, é a proteína plasmática responsável pelo transporte de ferro. Sua determinação contribui com a avaliação do metabolismo do ferro, estando especialmente indicada na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose. A transferrina aumenta na maioria das anemias por deficiência de ferro e diminui em anemias de infecções crônicas, insuficiência renal crônica, doença hepática grave e síndrome nefrótica.
A tranferrina é uma das proteínas de fase aguda classificadas como negativas, ou seja, sua concentração fica menor na vigência de uma agressão aguda ao organismo, seja infecciosa, seja inflamatória, seja traumática. Já na hemocromatose, seu grau de saturação com ferro encontra-se acima do normal, ao contrário do que ocorre nos estados de carência de ferro.
Setor:
Bioquímica
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INIBIDOR C1 ESTERASE FUNCIONAL
Material de Coleta:
Plasma em citrato (citrato de sódio 3,2% proporção de 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante).
Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos).
Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para outro tubo.
Repetir o processo de centrifugação transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmo cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000/mm³ plaquetas de plasma.

mm3, repetir o processo. Se possível, informar no pedido a contagem
encontrada.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Descrição do Exame:
C1 inibidor funcional
C1 inibidor qualitativo
C1 inibidor esterase
Inibidor de C1q funcional
C1 Inibidor Esterase Funcional - Atividade
Método:
Cromogênica..
Consevação:
Congelada a -20°C:10 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
80 a 130%
Interpretação:
O edema angioneurótico hereditário é uma doença autossômica dominante, causada pela deficiência de inibidor de C1 esterase. O defeito provoca ativação descontrolada do primeiro componente do complemento e do sistema das cininas, com produção de substâncias vasoativas que causam episódios recorrentes de edema da pele, do trato digestivo, do sistema geniturinário e, principalmente, do trato respiratório e da laringe. Tais pacientes apresentam também níveis baixos de C4, mesmo fora de crises. Os níveis dos outros componentes do sistema do complemento são usualmente normais.
Duas variantes da doença são descritas: em cerca de 85% dos afetados, o inibidor de C1 esterase está ausente e, nos 15% restantes, a substância está presente em concentrações normais, embora seja funcionalmente inativa.
Setor:
Imunologia.
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INSULINA
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Preparo do paciente:
Jejum de 12 horas.
Anotar a idade e uso de medicamentos.
Descrição do Exame:
Insulina
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerada entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelada a -20°C:30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Plasma.
Valor de Referência:
Até 30 mIU/mL
Interpretação:
Os níveis de Insulina geralmente não são utilizados no diagnóstico ou gerenciamento dos pacientes diabéticos, podem ser úteis na avaliação de pacientes com hipoglicemia do jejum, para determinar resistência à insulina na população em geral e na avaliação das anormalidades na função secretória das células beta. Os níveis de insulina são utilizados no estudo da fisiopatologia dos diabetes.
Observam-se níveis elevados em diversos estados patológicos, entre os quais se destacam os seguintes:
•Insulinoma.
•Tolbutamida endovenosa .
•Administração de leucina causa rápida elevação de Insulina no sangue até níveis muito elevados em poucos minutos, com rápido retorno ao normal.
•Hipoglicemia factiosa.
•Diabéticos levemente obesos não tratados, o nível de jejum é freqüentemente aumentado.
•Acromegalia (principalmente com a doença ativa) após ingestão de glicose.
•Hipoglicemia reativa após ingestão de glicose, principalmente quando a curva de tolerância à glicose diabética está presente.
Observam-se níveis reduzidos nos seguintes estados patológicos:
• Diabetes melito grave com cetose e emagrecimento. Em casos menos graves,a Insulina freqüentemente está presente em concentrações menores do que de glicose.
Observam-se níveis normais nos seguinte estados patológicos:
• Hipoglicemia associada a tumores não pancreáticos.
• Hipoglicemia idiopática da infância, a não ser após administração de leucina.
Setor:
Endócrino
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Matriz
Av. Nove de Julho, 1451
Tel: (16) 3515-4500 | WhatsApp: (16) 9 9159-7247
2ª a 6ª, das 6h às 18h30 | Sábado, das 6h às 13h
Behring / Núcleus
Av. Nove de Julho, 1410
Tel: (16) 3516-0100
2ª a 6ª, das 7h às 17h | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping
Av. Cel. Fernando F. Leite, 1540 - sala​s​ 24 e 25
Tel: (16) 3515​-4550
2ª a 6ª, das 7h às 20h | Sábado, das 7h às 16h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP