Ligue agora

Exames

D XILOSE
Material de Coleta:
Colher sangue em um tubo com anticoagulante EDTA fluoretado, 60 minutos após ingestão da medicação.
Enviar o sangue total refrigerado.
Preparo do paciente:
Jejum:
de 0 até 5 anos: jejum mínimo de três horas;
acima de 5 anos: jejum mínimo de oito horas.
O paciente não pode tomar laxante na véspera do exame.
Descrição do Exame:
Prova de absorção da D-XILOSE
Teste da D XILOSE
D-XILOSE
Método:
Colorimétrico..
Consevação:
Temperatura ambiente: 24 horas .
Refrigerada (2-8 ºC): 5 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Valores acima de 20 mg/dL para crianças até 6 meses ou acima de 25 mg/dL para crianças com mais de 6 meses e adultos, indicam boa absorção intestinal.
Interpretação:
É é útil no diagnóstico diferencial das síndromes de má absorção intestinal. A D-xilose é um açúcar cuja absorção depende somente da integridade da parede intestinal. Assim, valores diminuídos são encontrados nas doenças que cursam com lesão da mucosa intestinal.
Os valores de referência foram estabelecidos para amostras colhidas 60 minutos após a ingestão de quantidade pré-determinada de D-xilose. Mudanças no tempo de coleta desta amostra ou da quantidade de D-xilose administrada vão comprometer a interpretação deste exame e por isto não são recomendados. Não deve ser feita amostra basal, pois a D-xilose não está presente na dieta.
Setor:
Hematologia
Download da versão PDF
DENGUE
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
NS1
Anticorpos IgG para Dengue
Anticorpos IgM para Dengue
Método:
Imunocromatografia..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise acentuada.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
Teste utilizado para o diagnóstico da Dengue. A Dengue é uma infecção viral aguda caracterizada por início agudo de febre, dor de cabeça, dores musculares (em juntas e periorbitais) e rash cutâneo.
Na dengue, muitas vezes o diagnóstico sorológico não é capaz de confirmar casos suspeitos com evolução grave, já que a febre hemorrágica pode ocorrer na janela imunológica, quando as pesquisas de IgM e IgG são negativas. Nesses casos, a pesquisa do antígeno NS1 apresenta sua melhor utilidade, permitindo o diagnóstico nos primeiros
cinco dias de doença.
Como há um período de sobreposição de positividade do antígeno NS1 e IgM, a pesquisa de ambos os marcadores simultaneamente aumenta a sensibilidade do teste, compensando a baixa positividade na pesquisa de anticorpos isoladamente nosprimeiros dias de infecção.
Setor:
Imunologia
Download da versão PDF
DHEA
Material de Coleta:
Soro - 1 mL.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Anotar a idade, informar o nome dos medicamentos em uso, em especial cortisona ou outros corticosteróides.
Descrição do Exame:
DHEA
Dehidroepiandrostenediona.
Método:
Radioimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2-8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C:30 dias.
Interferentes:
Clomifene, Carbamazepina, Testosterona e Glicocorticóides.
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Crianças :0,10 a 0,90 ng/mL
Pré-puberes:0,54 a 5,10 ng/mL
Homem :1,40 a 12,50 ng/mL
Mulher:
Fase folicular :0,80 a 9,01 ng/mL
Fase ovulatória:2,10 a 10,50ng/mL
Fase lútea :0,80 a 9,90 ng/mL
Pós-menopausa :0,50 a 5,00 ng/mL
Interpretação:
O DHEA é um andrógeno de origem quase que exclusivamentede de origem adrenal que tem o sulfato de deidroepiandrosterona (DHEA-S) como seu principal metabólito. Um aumento dos níveis séricos de DHEA é bom marcador da produção exagerada de andrógenos pelas adrenais. Pelo fato de apresentar meia-vida mais curta que o DHEA-S, a deidroepiandrosterona pode ser usada para avaliar respostas agudas da adrenal a estímulo ou depressão. Estudos clínicos (N.Engl.J.Med.323:849 e 855, 1990) demonstraram que muitas mulheres com hirsutismo apresentam defeitos leves na esteroidogênese adrenal, os quais muitas vezes só se evidenciam em testes de estímulo com ACTH. Um deles é o da enzima 3-beta-hidroxidelta-5-deidrogenase, que pode aparecer por uma resposta exagerada da DHEA ao estímulo. A DHEA pode apresentar variações significativas em função de condições de estresse, assim como o cortisol. Seus níveis séricos variam significativamente com a idade e têm seu pico máximo no fim da puberdade, quando valores acima do normal podem ser encontrados. A partir de então, decrescem progressivamentel. Como pouco DHEA é produzida pelas gônadas a determinação dos níveis pode auxiliar na localização de fontes de andrógenos em condições virilizantes.
Os níveis séricos de DHEA são relativamente altos no feto e no RN, baixos durante a infância e aumentam durante a puberdade.
Níveis elevados são observados nas seguintes situações:
•Adenoma adrenal virilizantes, carcinoma, deficiências de 21-hidrolase e 3ß-hidroxiesteróide desidrogenase e em alguns casos de hisurtismo feminino.
•Níveibaixos são observados nas seguintes situações:
•Níveis anormalmente baixos podem ocorrer no hipoadrenalismo
•Progressivamente declinam após a terceira década de vida.
Nenhuma alteração nos níveis de DHEA, ocorre durante o ciclo menstrual ou a gravidez; contudo pode ocorrer nível baixo de DHEA na mulher pré-menopausa.
Setor:
Endócrino
Download da versão PDF
DISMORFISMO ERITOCITÁRIO
Material de Coleta:
Urina Recente.
Preparo do paciente:
Evitar atividade física.
Descrição do Exame:
Pesquisa de hemácias dismórficas na urina
Dismorfismo eritocitário
Método:
Microscópico..
Consevação:
Temperatura ambiente 15 a 33°C: até 2 horas.
Interferentes:
Volumes insuficientes, tempo de conservação superior ao preconizado.
Atividade física.
Valor de Referência:
Até 60 %.
Interpretação:
A análise da morfologia das hemácias no sedimento urinário pode indicar se a origem da hematúria é glomerular(presença de acantócitos e/ou codócitos)ou não glomerular.A hematúria microscópica de forma isolada pode ser encontrada em 4% a 13% da população geral. A presença de acantócitos ou codócitos é indicativa de hematúria de origem glomerular.Indivíduos que não apresentam número significativo de hemácias no sedimento - menos de 5 por campo - deverão colher nova amostra, até que se obtenha uma amostra com número representativo, devido ao caráter, muitas vezes, transitório das hematúrias microscópicas.
Setor:
Microbiologia
Download da versão PDF
DNA NATIVO, ANTI
Material de Coleta:
1 mL soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
Anti-DNA Double Stranded ou SD-DNA ou SDDNA
ANTI-DNA NATIVO
DNA DUPLA HÉLICE
DNA NATIVO, ANTICORPOS ANTI
DS DNA, ANTICORPOS ANTI
Método:
Imunofluorescência Indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O exame tem utilidade no diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES), já que o auto-anticorpo anti-DNA é considerado o principal marcador da doença, uma vez que é detectado em aproximadamente 40% dos indivíduos não tratados. Juntamente com a detecção do anticorpo antinucleossomo, a dosagem do anti-DNA contribui para o monitoramento clínico dos pacientes, pois seus títulos acompanham o grau de atividade da doença. Em geral, os valores declinam com a introdução de terapêutica específica, razão pela qual o seguimento dos títulos pode ajudar o médico na avaliação da resposta do organismo à introdução do tratamento. A dosagem de anticorpos anti-DNA nativo ou de dupla hélice, associada à identificação de anticorpos antinucleossomo e da fração C2 do complemento, apresenta alto valor preditivo positivo da possibilidade de reativação do LES.
Setor:
Imunologia
Download da versão PDF
Matriz
Av. Nove de Julho, 1451
Tel: (16) 3515-4500 | WhatsApp: (16) 9 9159-7247
2ª a 6ª, das 6h às 18h30 | Sábado, das 6h às 13h
Behring / Núcleus
Av. Nove de Julho, 1410
Tel: (16) 3516-0100
2ª a 6ª, das 7h às 17h | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping
Av. Cel. Fernando F. Leite, 1540 - sala​s​ 24 e 25
Tel: (16) 3515​-4550
2ª a 6ª, das 7h às 20h | Sábado, das 7h às 16h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP