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Exames

HAV-IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina, citrato de sódio ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
ANTI HAV IGG
ANTI HAV TOTAL
ANTI HVA
ANTI HVA IGG
ANTI-HAV TOTAL
ANTICORPOS IGG PARA HEPATITE A
ANTICORPOS TOTAIS DA HEPATITE A
HAV IGG
HEPATITE A, ANTICORPOS TOTAIS
PESQUISA DE ANTICORPOS TOTAIS CONTRA O VÍRUS DA HEPATITE A
SOROLOGIA PARA HEPATITE A IGG
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado a -20°C: 15 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
Anti-HAV IgG é detectado logo após Anti-HAV IgM e seus títulos aumentam gradualmente com a infecção, persistindo por toda a vida e indicando imunidade. A resposta imunológica à vacina contra hepatite A é fundamentalmente do tipo IgG, sendo que o Anti-HAV IgG pode não ser
detectado após vacinação, uma vez que os títulos de anticorpos induzidos pela vacina são, em geral, mais baixos que os induzidos pela infecção natural. Na pratica, não é indicado a mensuração dos títulos de anticorpos após a vacinação, uma vez que o limiar de corte dos testes comercializados é superior ao nível mínimo reconhecido como
protetor.
Setor:
Imunologia
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HAV-IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina, citrato de sódio ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
ANTICORPOS IGM ANTI VIRUS DA HEPATITE
ANTI HAV IGM
ANTI-HAV + IGM
ANTI-HEPATITE A C/PESQUISA DE IGM
ANTICORPOS IgM CONTRA O VÍRUS A DA HEPATITE
ANTICORPOS IGM DA HEPATITE TIPO A, PESQUISA
ANTICORPOS IGM PARA HEPATITE A
HEPATITE A, ANTICORPOS IgM
HEPATITE A, ANTICORPOS IGM DA
IGM HEPATITE A
SOROLOGIA PARA HEPATITE A IGM
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado a -20°C:15 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
Exame utilizado para o diagnóstico sorológico da Hepatite viral aguda do tipo A. O aparecimento na circulação de anticorpos anti-HAV IgM demonstra exposição recente ao vírus.
Esses marcadores sorológicos já estão presentes cerca de uma semana antes do início do quadro clínico e continuam sendo encontrados até três meses depois da instalação da hepatite.
Setor:
Imunologia
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HBeAg
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina, citrato de sódio ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Hepatite B
Antigeno e da Hepatite B
HBe Ag
HBV
HBeAg
Método:
Enzimaimunoensaio.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
O HBeAg é um marcador que indica replicação viral e infecciosidade, estando, em geral, presente nos indivíduos que evoluem para hepatite crônica. Esse antígeno se mostra positivo na fase aguda da hepatite B, em geral uma semana após a positivação do antígeno de superfície (HBsAg), tornando-se negativo uma semana antes da negativação do HBsAg.
Setor:
Imunologia
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HBSAg
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (citrato de sódio, heparina ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
HbsAg
Hepatite B
Antigeno de Superficie do Virus da Hepatite B
Antigeno Australia
HBV
HBS Ag
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
O antígeno de superfície (HBsAg), também conhecido como antígeno Austrália, constitui a proteína principal do capsídeo viral do HBV. É detectável de 1 a 2 meses após o contágio e permanece positivo por cerca de 8 a 16 semanas após o início das manifestações clínicas. Nos casos que evoluem para cura (95% dos adultos), o HBsAg desaparece até o sexto mês da doença. Indivíduos que permanecem positivos além do sexto mês da hepatite são classificados como portadores. Essa fase pode ser acompanhada ou não de sinais clínicos e de alterações laboratoriais enzimáticas.
Setor:
Imunologia
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HCV
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
ANTI HCV
ANTI HCV TOTAL
ANTI HVC
ANTI VHC
ANTI-VHC/ANTI-HCV
ANTICORPOS ANTI VIRUS DA HEPATITE C
ANTICORPOS HEPATITE C
HCV, ANTICORPOS ANTI
HEPATITE C
SOROLOGIA PARA HEPATITE C
VHC
VIRUS C DA HEPATITE
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refregerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado a -20°C: 15 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
A presença de anticorpos contra o vírus da hepatite C (anti-HCV), os quais podem surgir entre quatro e 12 meses após o contágio, indica contato prévio com o vírus, mas não define se a infecção é aguda, crônica ou se já foi curada, servindo apenas como um exame de triagem para a hepatite C. O diagnóstico de infecção aguda só pode ser feito com a soroconversão. Quando a pesquisa de anticorpos é positiva por teste imunoenzimático e não existem antecedentes epidemiológicos para justificar uma infecção prévia, recomenda-se a realização de um teste confirmatório pela técnica de Immunoblot (Riba 3,0) ou a pesquisa do vírus por técnica molecular (PCR).
Setor:
Imunologia
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HEMOCULTURA
Material de Coleta:
Sangue
Preparo do paciente:
Preferencialmente não estar em uso de antimicrobianos.
Quando solicitado 3 amostras e não especificado os tempos, colher com espaço de 10 a 20 minutos cada amostra.
Procedimendo da coleta:
* Selecionar o local da punção.Após seleção da veia, afrouxar o garrote;
* Retirar a tampa de proteção do meio de cultura, sem remoção total do anel de alumínio que protege o frasco, e desinfectar a tampa de borracha com algodão e álcool etílico a 70%, colocar uma gaze estéril protegendo a tampa, enquanto é feita a assepsia do local de punção.
* Limpar o local da punção com algodão embebido em alcool etilico 70% , em circulos concentrícos (do centro para as bordas), sem voltar com o algodão para o centro.
* Em seguida, limpar o local da punção com algodão embebido em Clorexidina 2% em círculos concentricos (conforme descrito no item acima);
* Esperar secar para que o antisséptico exerça seu efeito no local;
*Não assoprar, não abanar e não colocar nada no local;
* Se coleta for feita com Scalp, posicionar o frasco de hemocultura abaixo do local da punção e na posição vertical, observando a quantidade de sangue que está fluindo no frasco;
*Se coleta for feita com seringa e agulha, transferir o sangue imediatamente para o frasco de hemocultura sem trocar a agulha.
* Homogeneizar os frascos (lentamente) por inversão.
* Deve-se seguir os seguintes esquemas de coleta:
Para solicitação de apenas uma amostra: colher 1 frasco de hemocultura convencional.
Para solicitação de duas amostras: colher 1 frasco de hemocultura e, após o intervalo de 10 a 20 minutos, colher a outra amostra no outro braço.
Para solicitação de mais de duas amostras: colher 1 frasco de hemocultura convencional e colher as outras amostras 30 e 60 minutos (ou conforme solicitação médica) após a primeira coleta, alternando os braços a serem coletados.
*Volume recomendável:
Adulto: 5 a 10 mL conforme seja o frasco de hemocultura de 45 ou 90 mL.
Criança: 1 a 5 mL conforme o vulume do frasco de hemocultura.
*Quando houver solicitação de hemocultura para anaeróbios especificada, usar também o frasco próprio para anaeróbios.
- As principais dificuldades deste exame consistem em se definir se o agente isolado é ou não contaminante. Portanto, os cuidados referentes ao processo de assepsia devem ser rigorosamente obedecidos.
* O intervalo entre a coleta e o número das amostras varia de acordo com a suspeita clinica, devendo preferentemente ser especificado pelo médico.
* A sensibilidade do exame esta diretamente relacionada ao volume de sangue colhido. Quanto maior o volume da amostra, maior a possibilidade de se isolar a bactéria.
* A especificidade aumenta quando as coletas são feitas em sítios diferentes.
Descrição do Exame:
Cultura de sangue
Método:
Sistema específico de isolamento e identificação..
Consevação:
As amostras devem ser conservadas em frascos apropriados para hemocultura em temperatura ambiente até 24 horas.
Interferentes:
O uso de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado.
Valor de Referência:
Cultura negativa.
Interpretação:
O exame é útil para o diagnóstico nos processos infecciosos sistêmicos. O momento ideal da coleta da hemocultura é antes do início da antibioticoterapia, mas o uso prévio de antimicrobianos não impede a realização do exame.
- O isolamento de S. aureus, Enterobacteriaceae, P. aeruginosa, S. pneumoniae e C. albicans entre outros agentes, representa infecção em mais de 90% dos casos. Já Corynebacterium spp, Bacillus spp e Propionibacterium spp raramente se mostram clinicamente relevantes.
Para que sejam caracterizados como patógenos, os microrganismos Streptococcus do grupo Viridans, Enterococcus spp e Staphylococcus coagulase-negativo necessitam de isolamento em duas ou mais amostras. Dependendo da idade do indivíduo, a detecção de Streptococcus bovis pode sugerir investigação de neoplasia do trato digestivo.
Setor:
Microbiologia
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HEMOCULTURA PARA FUNGOS
Material de Coleta:
Sangue Total em frasco convencional de hemocultura ou em sangue total (heparina/Citrato).
Criança: 1,0 a 5,0 mL
Adulto: 5,0 a 10,0 mL conforme seja o frasco de hemocultura de 45 ou 90 mL.
Preparo do paciente:
Colher as amostras conforme solicitação médica.
Colher as amostra em braços distintos em intervalos de 20 a 30 minutos.
Fazer assepsia do local da punção com álcool etílico a 70% ou Clorexidina a 2% em circulos concentricos (do centro para as bordas),sem voltar para o centro.
Transferir o sangue imediatamente para o frsco de hemocultura sem trocar a agulha, homogeneizar lentamente por inversão.
Descrição do Exame:
Hemocultura para fungos
Hemocultura
Cultura de sangue para fungos
Método:
Cultura em meios especificos de isolamento e identificação..
Consevação:
Amostras coletadas em tubos estéreis com solução anticoagulante (citrato, heparina) em temperatura ambiente por até 24.
Interferentes:
O uso de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado.
Valor de Referência:
Ausência de crescimento após 30 dias incubação.
Interpretação:
Alguns fungos podem provocar fungemia transitória, sendo isolados em amostra de hemocultura e com significado clínico duvidoso. A presença de infecção bacteriana concomitante pode inibir o crescimento de fungos, assim como o uso de medicação sistêmica. Os frascos utilizados não são seletivos para fungos e permitem também o crescimento de bactérias. Se presentes, as bactérias de crescimento rápido podem mascarar a detecção dos fungos. Alguns fungos, tais como Rodothorula rubra e Blastomyces dermatitidis, podem não ser detectados por esse método, necessitando, para sua identificação, de outros métodos de cultura adicionais.
Setor:
Microbiologia
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HEMOGLOBINA A2
Material de Coleta:
2,0 mL de Sangue total em EDTA
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Hemoglobina A2
Dosagem de Hemoglobina A2
Beta talassemia
HbA2
Hb A2
Método:
Eletroforese em acetato de celulose em pH alcalino.
Consevação:
Temperatura ambiente: 24 horas
Refrigerada 2 a 8ºC: 72 horas
Interferentes:
Hemolise intensa.
Amostra congelada.
Hemolisado preparado inadequadamente.
Valor de Referência:
Normal: 2,5% a 3.50%
Anemias ferropênicas: 1,5% a 2,5%.
Interpretação:
A hemoglobina A2 (HbA2) encontra-se geralmente aumentada nos estigmas talassêmicos beta (heterozigotos para betatalassemia) e na talassemia major, podendo ainda se apresentar elevada na anemia megaloblástica e no hipertiroidismo. Por outro lado, está normal ou diminuída na anemia microcítica ferropriva e nas delta-talassemias e alfatalassemias, além de poder se mostrar reduzida na anemia sideroblástica, na doença de Hb H e na eritroleucemia.
Setor:
Hematologia
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HEMOGLOBINA FETAL
Material de Coleta:
2,0 mL de Sangue total em EDTA.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
HbF
Dosagem de hemoglobina fetal
Método:
Desnaturação alcalina.
Consevação:
Temperatura ambiente: 24 horas.
Refrigerada 2 a 8ºC: 72 horas.
Interferentes:
Hemolise por degeneracao.
Amostra congelada.
Amostra coagulada.
Hemolisado preparado inadequadamente.
Valor de Referência:
0 a 30 dias: 60% a 90%
Maiores de 2 anos: até 1,0%
Interpretação:
A hemoglobina fetal está aumentada em crianças até 6 meses de vida.Valores elevados são encontrados nas hemoglobinopatias homozigóticas (SS, CC e talassemia major) e duplo-heterozigóticas e na persistência hereditária de hemoglobina fetal. Além disso, podem ocorrer em alguns casos de talassemia minor e em síndromes mieloproliferativas, como eritroleucemia e leucemia mielóide crônica juvenil. Quando a HbF está elevada, é possível realizar o teste citoquímico para verificar o tipo de distribuição da hemoglobina, que, na persistência de hemoglobina fetal, é homogênea e, nas demais doenças, heterogênea. Da mesma forma, pode-se observar a elevação da HbF na anemia de Fanconi, na anemia aplástica adquirida e megaloblástica, na hemoglobinúria paroxística noturna e em outras condições.
Setor:
Hematologia
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HEMOGLOBINA GLICADA
Material de Coleta:
1,0 mL de Sangue total (EDTA)
Preparo do paciente:
Jejum não necessário.
Descrição do Exame:
HbA1c
Hemoglobina Glicada
Glicohemoglobina
Hb Glicada

Método:
Cromatografia líquida de alta performance (HPLC) em coluna de troca iônica, sistema Variant II (Bio-Rad)..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8ºC:5 dias.
Interferentes:
Hemólise por degeneração (a ser avaliada exclusivamente pelo setor técnico.
Amostra coagulada.
Amostra congelada.
Valor de Referência:
4.1% a 6.1%
Interpretação:
A hemoglobina glicada (A1C), também conhecida como glicoemoglobina, é um termo usado para descrever uma série de componentes estáveis menores da hemoglobina, formados lentamente e de forma não-enzimática por meio da hemoglobina e da glicose. A taxa de formação de A1C é diretamente proporcional à concentração sérica de glicose. Como essa reação de glicação da cadeia beta da hemoglobina A é irreversível, a meia-vida da A1C está intimamente relacionada com o tempo circulante das hemácias (em torno de 90 a 120 dias). Dessa forma, os níveis de A1C geralmente refletem o controle glicêmico das últimas 12 semanas.
- Assim sendo, a dosagem de hemoglobina glicada é de interesse para o controle do diabetes em médio e longo prazos, sendo indicada para todos os diabéticos. O nível de A1C não é considerado como critério diagnóstico para o diabetes mellitus e não pode ser interpretado em indivíduos sem a doença. O estudo Diabetes Control and Complications Trial (DCCT) adotou o HPLC como a metodologia de referência para a dosagem de A1C.
Setor:
Hematologia
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HEMOGRAMA COMPLETO
Material de Coleta:
1,0 mL de Sangue total (EDTA)+ 2 laminas de esfregaço sanguineo.
Preparo do paciente:
Jejum de no mínimo 3 horas.
Descrição do Exame:
Serie vermelha + serie branca + plaquetas
Método:
Metodologia automatizada e eventual estudo morfológico em esfregaços corados com corantes panópticos (Leishman). O exame inclui:
- contagem global de leucócitos
- hemoglobina
- hematócrito
- contagem global de eritrócitos
- contagem global de plaquetas
- contagem diferencial de leucócitos
- histograma de eritrócitos
- histograma de plaquetas.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C :24 horas.
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Por ser muito extenso e ter inúmeros itens, os valores de referência deste exame encontram-se nos valores de referência dos exames série vermelha, série branca e plaquetas.
Interpretação:
O exame tem utilidade na avaliação de desvio à esquerda (células jovens), anemias, policitemias, leucemias mielóides, infecções bacterianas e virais, processos inflamatórios, plaquetoses e plaquetopenias, assim como no seguimento de indivíduos em quimioterapia.
Setor:
Hematologia
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HERPES SIMPLES I/II IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
HERPES HOMINIS, SOROLOGIA
HERPES I/II IGG E IGM, SOROLOGIA
HERPES SIMPLEX VIRUS I/II, IGG E IGM
HERPES VIRUSI/II, SOROLOGIA, QUANTITATIVA
HSV I E II, ANTICORPOS IGG E IGM
IGG/IGM P/ HERPES SIMPLEX VIRUS

Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado -20°C: 15 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O teste é útil para o diagnóstico da infecção herpética, que pode ser causada tanto pelo herpes-vírus tipo 1 (HSV-1) como pelo herpes-vírus tipo 2 (HSV-2), incluindo a pesquisa específica de anticorpos da classe IgG dirigidos contra o HSV-1 e contra o HSV-2. A presença de anticorpos IgG não permite distinguir a infecção atual da pregressa, exceto quando se detecta aumento nos títulos entre duas dosagens sucessivas. O exame também investiga anticorpos IgM contra o HSV, os quais estão associados a infecção recente, porém não consegue fazer distinção entre os tipos de vírus (1 ou 2), devido à extensa reatividade cruzada entre eles.
O diagnóstico final sobre uma provável infecção pelo HSV-1 ou pelo HSV-2 depende da oscilação de títulos de anticorpos da classe IgG dirigidos contra cada um dos dois agentes separadamente.
Setor:
Imunologia
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HERPES SIMPLES I/II IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
HERPES HOMINIS, SOROLOGIA
HERPES I/II IGG E IGM, SOROLOGIA
HERPES SIMPLEX VIRUS I/II, IGG E IGM
HERPES VIRUSI/II, SOROLOGIA, QUANTITATIVA
HSV I E II, ANTICORPOS IGG E IGM
IGG/IGM P/ HERPES SIMPLEX VIRUS
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 5 dias.
Congelado a -20°C: 15 dias.
Interferentes:
Hemólise e lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O teste é útil para o diagnóstico da infecção herpética, que pode ser causada tanto pelo herpes-vírus tipo 1 (HSV-1) como pelo herpes-vírus tipo 2 (HSV-2), incluindo a pesquisa específica de anticorpos da classe IgG dirigidos contra o HSV-1 e contra o HSV-2. A presença de anticorpos IgG não permite distinguir a infecção atual da pregressa, exceto quando se detecta aumento nos títulos entre duas dosagens sucessivas. O exame também investiga anticorpos IgM contra o HSV, os quais estão associados a infecção recente, porém não consegue fazer distinção entre os tipos de vírus (1 ou 2), devido à extensa reatividade cruzada entre eles.
- O diagnóstico final sobre uma provável infecção pelo HSV-1 ou pelo HSV-2 depende da oscilação de títulos de anticorpos da classe IgG dirigidos contra cada um dos dois agentes separadamente.
Setor:
Imunologia
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HGH
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Anotar a idade , data da última menstruação e uso de medicamentos.
Colher a amostra após repouso ou sob orientação médica.
Descrição do Exame:
HGH
Hormôni do crescimento.
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerada entre 2-8°C: 7 dias.
Congelada a -20°C:30 dias.
Interferentes:
Bloqueadores adrenérgicos, Bromocriptina.
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Basal.............................: Menor que 3,0 ng/ml
Após exercício....................: Maior que 7,0 ng/ml (70% das crianças normais)
Estímulo c/L-DOPA ou Hipoglicemia.: Maior que 7,0 ng/ml
Supressão com Glicose.............: Menor que 2,0 ng/ml (ou indetectável)
Teste do TRH......................: Não elevação em normais
Interpretação:
Diagnóstico diferencial da estatura baixa, crescimento lento e na avaliação da função pituitária.

Aumentado em:
•Acromegalia e gigantismo por causa de certos adenomas pituitário.
•Insuficiência renal
•Diabetes melito não controlado
•Uso de certas drogas, tais como: estrogênios, contraceptivos orais, tranqüilizantes e antidepressivos.
•2 horas depois do repouso
•Nanismo de Laron (resistência ao hormônio de crescimento ; a proteína que se liga ao hormônio do crescimento não pode ser detectado).
Diminuído em:
•Alterações hipotalâmicas:Ex: Tumores, infecção, hemacromatose, agressão perinatal como traumatismo ao nascimento.
•Pituitária: Ex: deficiência do hormônio do crescimento isolada familiar,granulomas, traumatismo e irradiação.
•Nanismo
•Terapia com corticóides.
•Obesidade.
Condições fisiopatológicas passíveis de alterarem gravemente o conteúdo protéico ou o metabolismo do paciente (pacientes em hemodiálise ou com insuficiência renal aguda) podem provocar resultados imprecisos. Nestas situações, recomendamos que se verifique a consistência do resultado com o quadro clínico. O significado clínico do ensaio do HGH pode ser alterado pela administração de fármacos (cortisona ou estrogênios), bem como por algumas patologias não ligadas ao eixo hipotalâmico-pituitário-gonadal (Ex: Diabetes e insuficiência renal).
Para fins diagnósticos, os valores de HGH devem ser complementados com outros dados de que o médico disponha.
Setor:
Endócrino
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HIV 1/2
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
AIDS, HIV
HIV - ELISA
HIV, ANTICORPOS ANTI
RETROVIRUS, ANTI, SOROLOGIA PARA HIV
SIDA, HIV
SOROLOGIA PARA HIV 1 E 2
VIRUS DA IMUNODEFICIENCIA HUMANA, HIV
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Congelado -20°C:30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O exame tem utilidade no diagnóstico de infecção pelo HIV-1 ou pelo HIV-2, que são retrovírus do grupo dos lentivírus. Convém ponderar que o teste de rastreamento não consegue discriminar o HIV-1 do HIV-2.
Setor:
Imunologia
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HTLV 1 e 2
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
HTLV-1 e 2, sorologia para
HTLV1 E HTLV2 por ELISA, pesquisa de anticorpos
PARAPARESIA ESPÁSTICA TROPICAL
Pesquisa de anticorpos anti-HTLV 1/2 (ELISA)

Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O teste imunoenzimático é utilizado no rastreamento da infecção pelos vírus HTLV-1 e 2. Esses retrovírus, que são distintos do HIV-1 e do HIV-2, estão associados a infecção desprovida de alterações clínicas em 95% dos casos. Dos infectados, 5% podem evoluir para paraparesia espástica tropical (TSP/HAM) ou leucemia de células T do adulto. Para confirmar a positividade obtida no teste de rastreamento, há necessidade de realizar o teste de Western Blot específico para o HTLV, o qual também discrimina o tipo de vírus causador da infecção (HTLV-1 ou HTLV-2).
Setor:
Imunologia.
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Matriz
Av. Nove de Julho, 1451
Tel: (16) 3515-4500 | WhatsApp: (16) 9 9159-7247
2ª a 6ª, das 6h às 18h30 | Sábado, das 6h às 13h
Behring / Núcleus
Av. Nove de Julho, 1410
Tel: (16) 3516-0100
2ª a 6ª, das 7h às 17h | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping
Av. Cel. Fernando F. Leite, 1540 - sala​s​ 24 e 25
Tel: (16) 3515​-4550
2ª a 6ª, das 7h às 20h | Sábado, das 7h às 16h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP