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Exames

G6Pd
Material de Coleta:
3,0 mL de Sangue total (EDTA)
Preparo do paciente:
J/NO
Descrição do Exame:
Método:
Método colorimétrico, qualitativo..
Consevação:
Temperatura 2 a 8ºC por 12 horas
Interferentes:
Transfusão sanguinea
Valor de Referência:
Normal
Interpretação:
A deficiência de Glicose 6 fosfato desidrogenase é um defeito enzimático das hemácias que pode causar episódios de hemólise aguda ou anemia hemolítica crônica ou ainda ser assintomático , é o defeito enzimático mais comum da espécie humana. Agentes capaze
Setor:
Hematologia
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GAD, AUTO ANTICORPOS
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
GAD
Anti GAD
Descarboxilase do Ácido Glutâmico
Acido Glutâmico,anticorpos anti Descarboxilase do
Anticorpos anti-GAD 65
Anticorpos anti-GAD 67
Descarboxilase do Ácido Glutâmico, Anticorpos
GAD, Anticorpos

Método:
Radioimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
MENOR OU IGUAL A 1,00 U/mL
Interpretação:
Nos últimos anos, vários marcadores foram descritos para a detecção precoce do processo auto-imune do diabetes mellitus tipo 1, entre os quais se incluem três anticorpos: o antiinsulina, o antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) e o antitirosinofosfatase 512 (ICA-512). Entre os indivíduos que desenvolvem diabetes tipo 1, 98% apresentam um ou mais desses anticorpos positivos. Já entre os parentes de primeiro grau dessas pessoas, a chance de desenvolver diabetes é de mais de 95%, em cinco anos, se os três testes tiverem resultados positivos. Assim, este exame é indicado na avaliação de parentes de primeiro grau de diabéticos tipo 1, na investigação do diabetes mellitus tipo 1 de início na vida adulta ou de início tardio, mas que nunca utilizaram insulina e nos casos de hiperglicemia transitória da infância.
Setor:
Imunologia.
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GAMA GT
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum não necessário
Descrição do Exame:
Gama glutamil transferase
Gamaglutamiltranferase
Gama-GT
Método:
Cinético colorimétrico.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Amostras hemolisadas, lipêmicas e ictéricas.
Valor de Referência:
De 9 a 39,0 U/L.
Interpretação:
A gamaglutamiltransferase (gama-GT) catalisa a transferência do ácido glutâmico de um peptídeo para outro, ligando-o sempre ao grupo gamacarboxílico. Essa enzima parece também facilitar a transferência transmembrana do ácido glutâmico. Assim, o exame contribui para a avaliação das hepatopatias agudas e crônicas, uma vez que a atividade da gama-GT fica elevada nos quadros de colestase intra ou extra-hepática. Os níveis da atividade da enzima também aumentam na doença hepática alcoólica aguda ou crônica e nas neoplasias primárias ou metastáticas. Eventualmente, a dosagem da gama-GT pode ser utilizada na comprovação do uso de álcool. Nesse caso, porém, é importante afastar outras causas de sua elevação.
Setor:
Bioquímica
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GLIADINA , ANTICORPO IgG e IgA
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
Anti-gluten
Doenca Celiaca
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
IgG:
Índice <3,0:Negativo.
IgA:
Índece <1,0:Negativo.
Interpretação:
Teste útil para diagnostico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme. Na DC, a ingestão de gluten leva à produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomísio.Resultado negativo não afasta completamente DC. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti- endomísio. A detecção de anti-gliadina IgG e importante, pois 10% dos
pacientes portadores de DC tem deficiência congênita de IgA. Anti-gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC. Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença.Redução dos títulos de gliadina ocorrem em meses após o inicio da restrição dietética.
Setor:
Imunologia.
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GLICOSE
Material de Coleta:
1 mL de soro ou plasma fluoretado.
Preparo do paciente:
Adulto:
Jejum de no mínimo 10 horas e não ultrapassar 14 horas.
De 3 até 8 anos de idade, jejum mínimo de 4 horas.
Até 3 anos de idade, jejum mínimo de 3 horas.
O paciente não deve realizar atividade física antes da coleta.
O uso de medicações por via oral e/ou de insulina para o tratamento do diabetes deve seguir a orientação do médico assistente.
Descrição do Exame:
Glicemia.
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 24 horas.
Interferentes:
Prazo maior que 24 horas de conservação.
Valor de Referência:
75 a 99 mg/dL
Interpretação:
A glicemia é usada para diagnosticar hiperglicemias e hipoglicemia. A patologia mais frequente relacionada com o metabolismo dos hidratos de carbono é a diabetes mellitus.
Os valores de glicemia de jejum entre 100 mg/dL e 125 mg/dL já são considerados como inapropriados ou mesmo como pré-diabetes. Em tais casos, deve-se realizar o teste oral de tolerância à glicose com medidas no jejum e duas horas após a sobrecarga. O diagnóstico de diabetes mellitus é confirmado por resultados de glicemia de jejum iguais ou superiores a 126 mg/dL em duas ocasiões ou, então, por valores iguais ou superiores a 200 mg/dL após duas horas no teste oral de sobrecarga ou, ainda, por níveis de glicose iguais ou superiores a 200 mg/dL em exames colhidos em qualquer horário, desde que haja sintomas de diabetes.
Setor:
Bioquímica
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GLICOSE PÓS PRANDIAL
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma fluoretado.
Preparo do paciente:
A amostra precisa ser colhida duas horas após o início da refeição (almoço) ou conforme solicitação médica. No primeiro caso, o tempo deve ser cronometrado a partir do começo da refeição.
O uso de medicamentos para diabetes não deve ser suspenso, a não ser que exista informação contrária do médico assistente.
Se a glicemia de jejum também tiver sido solicitada e a coleta da glicemia pós-prandial não for possível no mesmo dia, o intervalo máximo entre as duas deve ser de até 60 horas.
Descrição do Exame:
Glicose.
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC: 24 horas.
Interferentes:
Prazo superior de 24 horas de conservação.
Valor de Referência:
Menor que 140,0 mg/dL.
Interpretação:
Em geral, duas horas depois de uma sobrecarga oral de glicose, a glicemia deve estar próxima aos valores de jejum (menor que 140 mg/dL). Com a progressão do diabetes mellitus tipo 2, invariavelmente ocorre uma atenuação e um atraso da primeira resposta de secreção de insulina estimulada pelas refeições, com conseqüentes glicemias pós-prandiais elevadas. A hiperglicemia pós-prandial (HPP) é reconhecidamente um fator de risco para o desenvolvimento de complicações macrovasculares no diabetes mellitus tipo 2. Além disso, a condição contribui para o aumento da hemoglobina glicosilada, que tem forte correlação com a incidência de micro e macroangiopatia no diabetes tipo 2.
Setor:
Bioquímica
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GLICOSÚRIA FRACIONADA
Material de Coleta:
Urina de 4 períodos.
Preparo do paciente:
Colher:
1ª amostra das 6:00 às 12:00 horas,
2ª amostra das 12:00 às 18:00 horas,
3ª amostra das 18:00 às 24:00 horas e a
4ª amostra das 24:00 às 6:00 horas.
Durante a coleta manter a urina sob refrigeração.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
O cliente deve manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Descrição do Exame:
Glicose urinária.
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8 ºC:5 dias.
Interferentes:
Amostra não conservada refrigerada.
Valor de Referência:
Indetectável
Interpretação:
Glicemias superiores a 180 mg/dL geralmente já estão associadas com glicosúria. Os diabéticos podem apresentar um limiar renal para a excreção de glicose muito variável. Já em crianças com menos de um ano e em gestantes, existe a possibilidade de a glicosúria ser decorrente de diminuição do limiar renal, chamada de glicosúria de causa renal, e não estar relacionada com o diabetes. A coleta fracionada é útil no acompanhamento de diabéticos.
Setor:
Bioquímica
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GORDURA FECAL- PESQUISA
Material de Coleta:
Fezes.
Preparo do paciente:
O paciente deve colher as fezes sem uso de laxante e/ ou supositório e colocar o material em frasco sem conservante.
A amostra não pode ser contaminada com urina nem deve ser colhida do vaso sanitário.
O paciente não deve usar pomadas na região anal nas 24 horas que antecedem a coleta das fezes.
Crianças que usam fralda, recomenda-se colher as amostras por meio de saquinhos do tipo "coletores de urina" para impedir a absorção da gordura fecal pela fralda. O material pode ser entregue no próprio saquinho coletor.
Se o paciente tiver utilizado contraste radiológico via oral, bismuto ou Metamucil®, a coleta de fezes deve ser realizada com um intervalo de 72 horas do uso dessas substâncias.
Anotar na solicitação se o paciente tomou laxante.

- Colocar a amostra de fezes em frasco sem conservante, volume mínimo
Descrição do Exame:
Pesquisa de gordura fecal.
Método:
Avaliação semi-quantitativa da gordura após coloração pelo Sudan III..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: ate 12 horas após a coleta.
Congelada (-20 ºC): 24 horas
Interferentes:
Contraste radiológico;
Ppomada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O aumento de gordura fecal esta associado com insuficiencia pancreatica exocrina, e o aumento de acidos graxos fecais esta associado com doença do intestino delgado.
Setor:
Microbiologia
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Matriz
Av. Nove de Julho, 1451
Tel: (16) 3515-4500 | WhatsApp: (16) 9 9159-7247
2ª a 6ª, das 6h às 18h30 | Sábado, das 6h às 13h
Behring / Núcleus
Av. Nove de Julho, 1410
Tel: (16) 3516-0100
2ª a 6ª, das 7h às 17h | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping
Av. Cel. Fernando F. Leite, 1540 - sala​s​ 24 e 25
Tel: (16) 3515​-4550
2ª a 6ª, das 7h às 20h | Sábado, das 7h às 16h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP