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Exames

REAÇÃO DE WIDAL
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
FEBRE TIFOIDE SOROLOGIA PARA
FEBRE TIFOIDE E PARATIFOIDE
SALMONELA ANTICORPOS ANTI
SALMONELA SOROLOGIA PARA
SALMONELLA PARATIPHYI WIDAL
SALMONELLA TIPHI E PARATIYPHI,ANTICORPOS TOTAIS NO SORO
WIDAL
Método:
Aglutinação..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC:7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
Exame útil no diagnóstico da febre tifóide, cujo agente etiológico é a Salmonella typhi e para a febre (para) tifóide por S. paratyphi. O teste deve ser realizado somente 7 a 10 dias após o início da infecção e se baseia na detecção de anticorpos aglutinantes contra os antígenos O (somático) e H (flagelar) da bactéria. Reações positivas contra o antígeno O aparecem mais precocemente e títulos maiores que 1:100 são confirmatórios da infecção. Títulos de 1:50 são sugestivos e, na dependência do quadro clínico, nova amostra deverá ser colhida uma a duas semanas depois, para evidenciar a ascensão do título, que atinge o seu pico máximo entre a terceira e quinta semanas de doença. Tratamento precoce com cloranfenicol ou ampicilina pode ser causa do título permanecer negativo ou 1:50.
Reações positivas contra o antígeno H aparecem depois da positividade da reação contra o antígeno O permanecem por longo período; os títulos são variáveis e a reação é considerada menos específica, de pouco valor para o diagnóstico da febre tifóide, pois reações positivas contra o antígeno H podem ser detectadas em resposta a outras infecções.
Para o diagnóstico de infecção causada pela Salmonella paratyphi A e B, são também considerados significativos títulos maiores que 1:100.
Setor:
Imunologia
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RETICULÓCITOS
Material de Coleta:
1,0 mL de Sangue total (EDTA)
Preparo do paciente:
Jejum não necessário.
Descrição do Exame:
Contagem de Reticulócitos
Método:
Coloração Azul de cresyl brilhante.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8ºC : 24 horas
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
0,2 - 1,5%.
Interpretação:
É útil no diagnóstico diferencial das anemias, como índice da capacidade regenerativa eritróide. Os reticulócitos encontram-se aumentados nas anemias hemolíticas, devido ao aumento da eritropoese, nas anemias por perda de sangue, antes da deficiência de ferro, e no início de terapêutica específica de algumas anemias, como a megaloblástica e a causada por carência de ferro. Por outro lado, a quantidade de reticulócitos diminui nas anemias aplásticas, ferroprivas e megaloblásticas (antes do tratamento) e também na insuficiência renal.
Setor:
Hematologia
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RUBÉOLA , ANTICORPOS IgG
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
DETERMINACAO DE ANTICORPOS IGG P/VIRUS DA RUBEOLA
IGG PARA RUBEOLA
RUBÉOLA, ANTICORPOS IgG
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
refrigerado entre 2 e 8ºC:7 dias
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemias intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O teste é útil para avaliar se um indivíduo está imunizado ou não contra o vírus da rubéola em decorrência de vacinação ou de doença naturalmente adquirida. A soroconversão de anticorpos IgG, observada entre duas amostras colhidas com diferença de dias ou meses, é a indicação mais precisa e específica de que, em qualquer momento daquele intervalo entre os dois exames, uma pessoa teve uma infecção aguda.
Setor:
Imunologia
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RUBÉOLA , ANTICORPOS IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8h.
Descrição do Exame:
DETERMINAÇÃO DE ANTICORPOS IGM PARA RUBEOLA
IGM PARA RUBEOLA
RUBEOLA, ANTICORPOS IGM


Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O exame é útil para identificar a infecção aguda pelo vírus da rubéola. Todavia, com a introdução de metodologias que permitem detectar mínimas concentrações de IgM anti-rubéola, os indivíduos podem apresentar reações positivas por períodos maiores que 12 meses após a doença ou a vacinação - e mesmo por um período de tempo maior. Dessa forma, hoje se entende que, principalmente para gestantes, um teste de IgM positivo não significa obrigatoriamente uma infecção aguda. Os anticorpos dessa classe, quando detectados meses depois do início da infecção, são considerados como residuais. Para saber o provável período da ocorrência da rubéola, a determinação da avidez da IgG tem sido de grande auxílio. Já no recém-nascido, uma reação positiva significa infecção congênita.
Setor:
Imunologia
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RUBÉOLA, AVIDEZ IgG
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Descrição do Exame:
AFINIDADE DE IGG PARA RUBEOLA
RUBEOLA, AVIDEZ DE IGG

Método:
Imunoenzimático..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C:2 dias.
Congelado -20°C:15 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Índice de avidez:
Baixa avidez: inferior a 30% - infecção aguda
Indeterminado: 30 a 60% - não permite definir o provável período
Alta avidez: superior a 60% - infecção pregressa
Interpretação:
Este exame pode confirmar se a IgM detectada no teste sorológico é indicativa de doença aguda ou não. Como algumas das metodologias utilizadas para a pesquisa de IgM apresentam grande sensibilidade, concentrações muito pequenas de anticorpos dessa classe podem ser encontradas por períodos maiores que 12 meses, após o início de uma infecção aguda ou depois da vacinação. Assim, a simples presença de IgM não traduz obrigatoriamente doença recente.
A determinação do percentual de avidez de IgG deve ser sugerida quando os índices de IgM obtidos pelas técnicas imunoenzimáticas ou de quimioluminescência ficam abaixo de 4. Porcentagens de avidez de IgG menores que 30% sugerem que a infecção é aguda ou recente e que tenha ocorrido nos últimos três meses. Valores superiores a 60% indicam que a doença não é aguda e teve seu início há mais de três meses, o que leva os anticorpos IgM presentes a serem classificados como residuais. Esta última situação, no caso de gestantes, configura pequeno ou nenhum risco para o feto. Já porcentagens de avidez de IgG maiores que 30% e menores que 60% não permitem definir o provável período em que a infecção ocorreu. Ainda, em indivíduos recentemente imunizados, o teste de avidez consegue também predizer quando ocorreu a vacinação.
A determinação da avidez de IgG só deveria ser solicitada diante de reação de IgM positiva, pois uma sorologia para rubéola com reação de IgM negativa define que a infecção é pregressa e que o indivíduo deve ser considerado imunizado.
Setor:
Imunologia
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Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP