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Data: 01/05/2026
Com a chegada do outono, o ar tende a ficar mais seco, as temperaturas variam bastante ao longo do dia e as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados. Resultado? É o cenário ideal para o aumento de gripes, resfriados e crises alérgicas e respiratórias.
Neste ano, o outono teve início em 20 de março e, em breve, muitas pessoas vão perceber as alterações no organismo e atribuí-las à baixa imunidade. Mas será que é sempre isso? E, principalmente: o que realmente ajuda a se proteger? Vitaminas, exames, remédios, vacinas, hábitos?
É o que vamos descobrir!

O principal motivo é a mudança no ambiente:
Isso favorece:
Nem sempre essas mudanças significam que a pessoa está com a imunidade baixa.
Muitas vezes, trata-se de uma combinação de fatores, como maior exposição a vírus, permanência em ambientes fechados, contato com outras pessoas infectadas e assintomáticas, ou doenças pré-existentes.
No dia a dia, as pessoas usam o termo“imunidade baixa” para descrever situações como adoecer com frequência, demorar para se recuperar de infecções simples ou ainda sentir-se constantemente cansado, sem energia.
Na medicina, porém, imunidade baixa de verdade é algo mais específico, que envolve alterações no sistema imunitário e, muitas vezes, exige investigação detalhada e acompanhamento especializado.
Na maioria das vezes, quando falamos de imunidade no outono, estamos falando de hábitos de vida (sono, alimentação, atividade física, estresse), doenças crônicas não controladas, vacinação inadequada ou maior exposição a vírus e alérgenos. Uma vez que nesta época do ano o clima torna-se mais seco, comprometendo os mecanismos de defesa das vias aéreas.
Por isso, antes de recorrer a complexos vitamínicos ou fazer exames por conta própria ao achar que está com a imunidade baixa, o melhor caminho é conversar com um médico, que poderá avaliar se há sinais de algo mais sério ou se o foco deve estar nos hábitos de vida.

A boa notícia é que algumas atitudes simples fazem bastante diferença nessa época do ano e ajudam a reduzir os riscos de adoecer durante o outono.
Sono de qualidade
Dormir mal de forma crônica impacta o sistema imunológico e a capacidade do corpo de se recuperar.
Alimentação equilibrada
Frutas, legumes, verduras, grãos integrais e proteínas de boa qualidade ajudam a fornecer vitaminas, minerais e antioxidantes importantes para o organismo como um todo. Uma alimentação rica em nutrientes ajuda o corpo no combate eficiente a vírus e bactérias.
Hidratação ao longo do dia

A hidratação é uma grande aliada também nessa época do ano. Beber água ajuda a manter as vias respiratórias menos irritadas e as secreções mais fluidas.
Atividade física regular
Movimentaro corpo melhora a circulação, ajuda na regulação do sistema imunológico, reduz o estresse e contribui para o controle de doenças crônicas.Portanto, mexa-se!
Controle de doenças de base
Manter asma, rinite e outras condições bem acompanhadas e controladas reduz o risco de crises e complicações durante o outono.
Você sabe o que são doenças de base?
Doenças de base, também chamadas de comorbidades, são condições crônicas ou pré-existentes que aumentam a vulnerabilidade a outras infecções e agravam o estado geral de saúde. Elas tornam o paciente mais suscetível a complicações, como no caso das doenças respiratórias.
Cuidado com ambientes fechados
A ventilação do ambiente é extremamente importante, mesmo nos dias mais frios. Manter os locais ventilados ajuda a reduzir a concentração de vírus e outros microrganismos no ar.
Higienização
Lavar as mãos com frequência ou utilizar álcool em gel contribui de forma significativa para a redução da transmissão de vírus respiratórios. Teve contato com superfícies em ambientes públicos? Higienize as mãos assim que possível.
A higienização frequente das roupas de cama, toalhas, tapetes, carpetes e de tudo o que pode acumular poeira, fungos e ácaros também é extremamente importante. E mais: não se esqueça de lavar as roupas que ficaram guardadas e que agora voltarão a ser utilizadas.

Quando falamos em prevenção de infecções respiratórias, é impossível não falar de vacinas. A vacinação desempenha um papel fundamental na prevenção de complicações respiratórias, especialmente em épocas com temperaturas mais baixas, como o outono.
É importante reforçar que vacinas não substituem hábitos saudáveis, mas fazem parte de uma estratégia conjunta e eficiente.

Nem toda tosse, coriza ou dor de garganta exige exames.Muitos quadros virais leves são autolimitados e melhoram com hidratação, repouso, uso de medicações simples (quando indicadas) e observação.
Por outro lado, em algumas situações, exames laboratoriais podem ser úteis e necessários:
Nesses casos, o médico pode solicitar:
Hemograma completo
Ajuda a avaliar a resposta do organismo, diferenciar alguns tipos de infecção e verificar a presença de anemia ou outras alterações.
Marcadores inflamatórios (como PCR)
São úteis para acompanhar a intensidade de inflamação e, em alguns casos, auxiliar na decisão sobre a conduta a ser adotada.
Dependendo da situação clínica, podem ser solicitados exames respiratórios como:
Painel respiratório que detecta RSV (vírus sincicial respiratório),Covid e InfluenzaA/B (gripes e resfriados), além de outros painéis respiratórios disponíveis com detecção de um número maior de vírus, todos por PCR (testes moleculares) há também testes microbiológicos:cultura de secreções respiratórias (como escarro) com antibiograma, quando há suspeita de infecção bacteriana.
Também podem ser solicitados os exames IGRA e PCR para tuberculose, inclusive oferecidos pelo Laboratório Behring.
O IGRA é utilizado para detectar infecção latente pela bactéria causadora da tuberculose. Já a PCR para tuberculose é um exame molecular que detecta diretamente o DNA da bactéria, sendo utilizado na identificação da doença ativa.
Importante!
Os sintomas da tuberculose podem se assemelhar aos de um resfriado ou gripe, com tosse persistente. A PCR para tuberculose é realizada por solicitação médica, quando há clinica por tosse persistente, associadas a outros achados clínicos no paciente.
O Laboratório Behring atua como parceiro de médicos e pacientes ao longo de todas as estações.No outono, em especial, os exames oferecidos podem auxiliar no diagnóstico de infecções respiratórias mais importantes, no acompanhamento de doenças crônicas que podem piorar nessa época do ano e nos check-ups indicados pelo médico. Disponibilizamos o Painel Respiratório Básico (RSV, Covid, Influenza A/B) e Completo (com maior quantidade de vírus), além de exames de Alergénos Respiratórios (IgE específicos) para ácaros, pólens, pelos de animais, fungos entre outros.
Nosso compromisso é oferecer resultados confiáveis, tecnologia atualizada e um atendimento acolhedor, entendendo que, por trás de cada exame, existe uma pessoa, uma história e uma rotina.
Os efeitos do outono sobre a saúde respiratória podem, sim, ser minimizados com cuidados simples no dia a dia. A prevenção continua sendo a melhor estratégia para atravessar a estação com mais saúde, e o Laboratório Behring está pronto para ajudá-lo nessa jornada.
Se você ou alguém da sua família tem apresentado sintomas respiratórios frequentes, converse com seu médico. E, quando houver indicação de exames, conte com o Laboratório Behring para estar ao seu lado, não apenas no outono, mas durante todo o ano.
Av. Nove de Julho, 1451
(16) 3515-4500 • (16) 3516-4500
De segunda a sexta
das 6h às 18h30
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De segunda a sexta
das 7h às 11h / 13h às 16h
Sábado, das 7h às 11h
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Salas 24 e 25
De segunda a sexta
das 7h às 19h
Sábado, das 7h às 14h